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sexta-feira, 17 de maio de 2013
Ausência
Meu tio se foi.
Acreditamos que foi feita a vontade de Deus e o melhor para ele.
Vou precisar de alguns dias para me organizar.
Assim que der eu volto.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Tristeza
É inevitável mudar de assunto quanto ele é, infelizmente, único.
Para sentir a dor das pessoas não precisamos conhecê-las, basta ter um coração.
Quero compartilhar como vocês um texto do Fabrício Carpinejar, publicado ontem em sua fanpage.
A maior tragédia de nossas vidas
Morri em Santa Maria hoje. Quem não morreu? Morri na Rua dos Andradas, 1925. Numa ladeira encrespada de fumaça.
A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul. Nunca uma nuvem foi tão nefasta.
Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia. Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa.
A fumaça corrompeu o céu para sempre. O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013.
As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada.
Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa.
Morri porque já entrei em uma boate pensando como sairia dali em caso de incêndio.
Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda.
Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência.
Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa.
Morri porque já fui de algum jeito todos que morreram.
Morri sufocado de excesso de morte; como acordar de novo?
O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista.
A saída era uma só e o medo vinha de todos os lados.
Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço. Não vão se lembrar de nada. Ou entender como se distanciaram de repente do futuro.
Mais de duzentos e cinquenta jovens sem o último beijo da mãe, do pai, dos irmãos.
Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal.
As famílias que ainda procuram suas crianças. As crianças universitárias estão eternamente no silencioso.
Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu.
As palavras perderam o sentido.
A oração é o bem mais precioso que podemos oferecer.
Sempre que lembrar desse episódio faça, mentalmente, uma prece para os que partiram e para os que ficaram.
Que Deus possa confortar os corações de todas essas família...
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Tristeza...
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| Natsumi Nishizumi |
Imagine não haver o paraíso
É fácil se você tentar
Nenhum inferno abaixo de nós
Acima de nós, só o céu
Imagine todas as pessoas
Vivendo o presente
Imagine que não houvesse nenhum país
Não é difícil imaginar
Nenhum motivo para matar ou morrer
E nem religião, também
Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz
Você pode dizer que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Espero que um dia você junte-se a nós
E o mundo será como um só
Que Deus possa confortar os corações de todas essas famílias, de todas essas crianças e de todas as pessoas envolvidas...
Muita paz para o mundo!
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