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quarta-feira, 31 de julho de 2013

11ª Flip


A Flip - Festa Literária Internacional de Paraty é um evento muito bem organizado e extenso. Com tanta programação é impossível você participar de tudo.

Alguns dias antes do evento iniciar é liberada a venda das mesas. São dois tipos de mesas: a tenda dos autores e a tenda do telão. A primeira é mais cara e tem capacidade 850 pessoas e a segunda para 900.
Mesmo estando 'online' assim que a venda foi liberada, devido a quantidade de acesso não consegui comprar aquelas que realmente queria participar.

Todas as mesas que participei foram na tenda do telão e a qualidade, tanto do audio como da imagem, me surpreendeu. Sem contar que a paisagem em volta é impagável!


Graciliano Ramos foi o autor homenageado da 11ª Flip. Na tenda do telão havia belíssimas imagens do cotidiano nordestinho e também um trecho escrito por ele acompanhado de uma ilustração da Baleia, a famosa cachorra de Vidas Secas.



Na praça principal da cidade, onde estava acontecendo a Flipinha, tinha várias esculturas feitas de papel machê retratando cenas do sertão nordestino.


E na Casa da Cultura o assunto era único: Graciliano Ramos. Além da exposição, duas televisões em salas separadas uma passando o filme 'Vidas Secas' e a outra documentários.



A Flipinha foi o espaço que eu mais gostei e aproveitei. É a Flip destinada para o público infantil e vocês não tem noção da quantidade de crianças. É criança levada pelos pais, é criança com excursão da escola...

Ela acontecia em duas tendas de circo. Em uma tenda havia milhares de livros disponíveis para o público. Lá me encantei por diversas ideias, muitas feitas de material reaproveitável, que pretendo colocar em prática na Biblioteca Ler é bom!. (Não colocarei detalhada aqui para a postagem não ficar longa, mas farei uma postagem no outro blog)

Na outra tenda era onde acontecia as mesas (só que gratuitas) e também shows e outros eventos para o público infantil.



Na praça principal, além das esculturas de papel machê, debaixo de cada árvore havia um tapete, almofadas e muitos livros infantis. ♥ ♥ ♥ ♥


Achei muito legal ver que o Banco Itaú, além dos livrinhos infantis de ótima qualidade que eles dão todo ano, estava lá mostrando que apoia a leitura. É claro que existe toda uma jogada de marketing por trás desses projetos, mas só o fato deles estarem investindo nisso é muito bacana.

Eles disponibilizaram bancos de papelão fácil de serem transportados, bicicletas e o melhor: pela cidade havia vários pontos de leituras: redes + livros.

Eu e o meu banco de papelão



Projetos assim deveriam existir o ano inteiro não só em eventos literários.
Outra coisa que eu amei na Flip foram os artistas de rua. Em cada canto lá estavam eles, com um sorriso no rosto e fazendo o seu trabalho:


Tina, impossível não lembrar de você!




Durante o evento, comentei com as meninas, que infelizmente o acesso aos livros da Flip é para quem tem dinheiro. Os livros eram caríssimos. Muitos livros estavam mais caros do que costumo ver em livrarias e em sites. 

Havia muitos autores independentes nas ruas de Paraty e me arrependo bastante de não ter comprado livros deles. Se um dia eu voltar na FLIP, o meu foco serão esses autores. 



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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Diário de uma viagem - Paraty/RJ

Depois de idas, ausências... aqui estou! Feliz com a paciência de vocês. :)
E, depois de tantas promessas, finalmente vou contar e mostrar como foi minha viagem para Paraty-RJ.

Como tenho muita coisa para contar, resolvi dividir o assunto em três postagens. Então, essa semana o assunto do blog será único. Para não ficar cansativo e repetitivo, dividi assim:

-Segunda: Diário de uma viagem - Paraty-RJ
-Quarta: 11ª Flip
-Sexta: coisinhas ♥ de Paraty

Pelo grande número de acesso, achei que seria interessante fazer uma postagem estilo a 'Diário de uma viagem - Natal/RN', então, tentarei colocar aqui muitas dicas e sugestões.

Por que Paraty?
A ideia da viagem surgiu há mais ou menos um ano atrás quando a Tina sugeriu que nos encontrássemos na cidade, na época da Flip. 
De blogueira só fomos eu e a Ana Virgínia e lá tive a oportunidade de conhecer a Letícia, amiga da Ana, que também é blogueira. Mas, acredito que esse passeio foi o primeiro de tantos outros que ainda virão.

Paraty é uma cidade cara, ainda mais na época da Flip.(Encontramos garrafinha de água mineral por R$ 3,50)
Contudo, como programamos com antecedência, a viagem 'coube no bolso'.

O primeiro passo é decidir a pousada.
Mandei e-mails para todas as pousadas que tinha endereço eletrônico e optamos pela Pousada Villa Harmonia. Não houve arrependimento. A pousada tem um ótimo preço e além do excelente atendimento e acomodação possui uma ótima localização (600 m do Centro Histórico).

Fizemos a nossa reserva no mês de outubro/2012, pagando 30% do valor total. Nessa época, só havia vagas disponíveis nos 'apartamentos-anexo' que ficam em frente da pousada e possui o mesmo padrão.

Então, se você quer participar da Flip no próximo ano, sugiro que antes de novembro você já faça sua reserva, independente da pousada que você pretende ficar. Até porque na minha busca por pousadas recebi várias respostas informando que já estava lotadas para época.

Decidida a pousada, o próximo passo é o meio de transporte que você irá.
Optamos por ir de avião de Goiânia até o Rio de Janeiro. Do Rio pegamos um ônibus e fomos até Paraty.

A passagem aérea conseguimos por um bom preço (a vantagem de programar uma viagem). E a passagem de ônibus compramos, um mês antes, no site da empresa Costa Verde.

Quando desembarcamos no Rio de Janeiro, na própria sala de desembarque, tem um guichê vendendo 'viagens de táxi' para os diversos destinos da cidade com preços já tabelados. Por estarmos em uma cidade desconhecida, resolvemos já comprar a nossa ida pelo fato de ser uma empresa. Pagamos R$ 73,00 pelo percurso do Galeão até a Rodoviária Novo Rio. Contudo, ao sair da sala de desembarque, o arrependimento foi grande: outra empresa vendia o mesmo trajeto por R$ 48,00. #ficaadica

Ao chegar na rodoviária fomos ao guichê  da Costa Verde trocar os nossos comprovantes pelas passagens. Que atendimento péssimo! Pelo fato de colocar apenas 'Carolina' ao realizar a compra das minhas passagens, o atendente gritava e brigava comigo de uma forma que eu fiquei assustada. Sei que eu errei, e que existe milhões de Carolinas no mundo, mas foi desnecessário aquele atendimento grosseiro, até porque o número da minha compra estava nas minhas mãos.

Em compensação o ônibus é muito confortável, muito mesmo. As janelas são imensas o que favorece já que o caminho Rio até Paraty é lindíssimo! Vá preparada para se encantar durante as 4 horas de viagem.

Sobre a rodoviária: é necessário pagar para usar o banheiro e a sorte é o piso superior com restaurantes e fast-food conhecidos.

Ao chegarmos em Paraty pegamos um táxi e fomos para a pousada. Estávamos exaustas, saímos de Goiânia às 5:00 da manhã e chegamos em Paraty 19:30. Mais de 12 horas de viagem.

O nosso primeiro encontro. Eu, Thayná, Ana Virgínia, Letícia, Thaís e Amanda.
A Thayná e a Amanda são minhas amigas também de Goiânia.

Conhecer um lugar durante o dia é o privilégio. Como chegamos a noite, a visão não era completa. Mas foi só o dia amanhecer para podermos encantarmos ainda mais por Paraty.



Rio Perequê-Açu, esse é os 600 metros da nossa pousada até o centro histórico. Sim, éramos 'obrigadas' a andar diariamente por esse caminho. ♥
Na última imagem, lá no fundo é possível ver uma ponte. Do lado esquerdo era onde acontecia a FLIP, do lado direito é o centro histórico.

Ficamos em Paraty do dia 03 ao dia 07 de julho e quase enlouquecemos com o tanto de coisa que tínhamos para fazer: uma cidade inteira para conhecer e uma festa literária acontecendo. Dá para imaginar, né?
Decidimos dividir o nosso tempo. Por exemplo, se pela manhã ficávamos na FLIP durante a tarde passearíamos. E assim tentamos aproveitar o máximo.

Cartão postal de Paraty: Igreja de Santa Rita. Está em restauração.
Para conhecer o centro histórico de Paraty 'salto alto' é algo que você não pode nem sonhar em levar. Sapatos baixos e, de preferência, confortáveis.

Não é novidade para ninguém que eu sou apaixonada por construções históricas, logo não será novidade dizer que eu amei cada detalhe.
Muitas casas transformaram em estabelecimentos comerciais: são restaurantes, lojinhas com uma infinidade de produtos artesanais, sorveterias, cafés, chocolateria... Vá sem pressa!



Igreja Nossa Senhora do Remédio


Graças a insistência da Thayná fomos conhecer o Forte Defensor Perpétuo. Como vale a pena! A vista paronâmica da cidade é linda e ainda tem um museu.

Vista da cidade, centralizada a Igreja Nossa Senhora do Remédio.


Outro passeio imperdível é o de escuna. São cinco horas de passeios e conhecemos ilhas e praias da região. É lindo! Fiz pela empresa 'Estrela da Manhã' e recomendo. Apesar de ser um passeio barato, R$ 30,00 por pessoa, tem que ir preparado para os preços dos consumos durante o passeio.


Sai da frente, peixinho!

Fizemos também o passeio de charrete, que é uma verdadeira aula de história dada pelo guia.
(Soube, durante o passeio, que a expressão feito nas coxas surgiu na época em que as telhas de argilas eram moldadas nas coxas das escravas.)


E nem pense em fazer dieta durante a viagem, as tentações te perseguem:


Era comum encontrarmos vendedores ambulantes empurrando seus carrinhos com essas delícias.

Não deu tempo para conhecer as cachoeiras e os alambiques, de ir em todas as igrejas históricas, de passear pelo 'caminho do ouro', de ir no 'teatro de bonecos', nem de ir no 'paraty 33'... terei que voltar outras vezes. Alguém anima de ir no ano que vem? :)


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segunda-feira, 8 de julho de 2013

De volta :)

Cheguei!!
Voltei maravilhada com o passeio.
Vocês não tem ideia de como tudo foi perfeito.
A Ana Virgínia é um encanto ♥
Amei tudo, sem exageros.

Como cheguei na madrugadinha e já estou trabalhando, precisarei de alguns dias para desfazer malas, descarregar máquinas e preparar postagens.
Mas eu volto, até porque tenho muuuuita coisa para contar!


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Diário de uma viagem - Natal

Quando decidimos que iríamos para o litoral nordestino queríamos um estado que ainda não conhecíamos. 

Em 1996/1997 fizemos uma aventura em família. Saímos de carro de Goiânia. Passamos em Salvador/BA, fomos para Recife/PE (onde passamos a virada do ano). De Recife seguimos para Natal/RN e depois fomos para Fortaleza/CE. De lá fomos para Piçarra/PA, Guaraí/TO e, 20 dias depois, retornamos para Goiânia.

Estávamos em dúvida entre 3 estados: Sergipe, Alagoas e Paraíba quando sugeri irmos, de novo, para Natal. O principal motivo era poder levar a minha avó de volta a sua terra.

Minha avó nasceu em Martins, uma cidade do interior do Rio Grande do Norte. Havia 55 anos que ela não voltava ao seu estado. Imaginem a emoção e alegria dela!

A postagem de hoje será extensa e detalhada. Algumas blogueiras estão planejando conhecer Natal, então pediram algumas dicas.

Natal é conhecida como a cidade do sol e é uma cidade linda!
As opções de passeio são enormes. Fiquei 09 dias e não consegui fazer todo o roteiro que um turista deve seguir.

Ficamos hospedados no Ponta do Sol Praia Hotel, localizado apenas 50 metros da praia de Ponta Negra (conhecida pelo Morro do Careca). Gostei bastante das instalações e atendimento do hotel. 


Ficar hospedado em Ponta Negra é bem interessante. Além de ser uma bela praia a opção de restaurante e lojinhas é extensa.
Preferimos não alugar carro. Os passeios que fizemos ou foram a pé ou de táxi. Passeios para outras cidades e praias há a opção dos guias. Eles buscam no hotel, os passeios são bem aproveitados e não há risco de você se perder.

Como sou neta de nordestina, a alimentação é algo que sou apaixonada. Cresci comendo cuzcuz e tapioca. Nessa viagem abusei. No café da manhã, era sagrado: uma tapioca de muçarela e outra de leite condensado com coco. Na praia, mais e mais delícias: cocadas, camarão, queijo coalho... Até ostra com azeite sal e limão eu experimentei. Como diria Timão, do Rei Leão, "Viscoso, mas gostoso!".

Quem passar Natal deve ir ao Camarões Restaurante. Se eu não me engano, são 04 restaurantes. Fui no 'Camarões - Potiguar' e recomendo com tranquilidade. Tudo bem que precisa de paciência na fila (uma média de uma hora e meia) mas vale muito a pena. O lugar é lindo, o atendimento é excelente e a comida é de comer rezando. Deliciosa!!! Indico o 'Peixe Tropical' (Salmão ao molho de maracujá com manga). E de sobremesa 'Aroma do bosque' e 'Brownie com sorvete'.

O Peixe é um outro restaurante delicioso. Não é tão badalado como o Camarões mas a comida e o atendimento também são ótimos. Em especial o 'Camarão à grega'. Ameeei!

O restaurante Mangai é um local que também deve ser visitado. Ele é tipicamente nordestino. É lindo. A variedade de comida é imensa e é do tipo self-service. Então, dá para experimentar um pouquinho de tudo.  Comi a tão famosa 'buchada de bode'. Particularmente não gostei muito não, achei um pouco forte. Mas amei o arroz de leite com paçoca de carne. 

A variedade de castanha de caju também é algo que me impressionou. Além da tradicional comi com chocolate, leite condensado, café, canela, rapadura, gergelim. A única que não desceu foi a de pimenta: arde muito!!! A minha preferida foi a de leite condensado. 

Cocada, tapioca de muçarela, tapioca de leite condensado com coco, queijo coalho na brasa, buchada de bode, camarão, brownie com sorvete, salmão com molho de maracujá e manga e ostra com sal, azeite e limão.
Quando viajo sou aberta as culturas e tradições. Não tenho medo de experimentar o novo. Pelo contrário, minha opção na maioria das vezes é o desconhecido.

Passamos um final de semana na casa de praia da prima da minha mãe que fica em Jacumã (40 km de Natal). 

Foi um passeio muito agradável. O lugar é lindo, apesar de ventar muito, muito mesmo. Tivemos a oportunidade de conhecer alguns primos do Rio Grande do Norte. Em Jacumã presenciei um por do sol lindo!


No domingo, ainda em Jacumã, assim que acordamos fomos passear pelas dunas. A paisagem é incrivelmente bela.


Como fomos de manhãzinha, a areia ainda não estava quente. Na volta sofremos com o sol e a areia. 
A vento foi algo me impressionou nesse lugar. É constante, não para um segundo, é dia e noite ventando. Com isso a areia move constantemente. Olha só o que aconteceu com um cajueiro:

Sim, isso é uma árvore!
Depois de alguns minutos andando e tendo só uma paisagem: areia, encontramos, quase que no meio do nada a Lagoa de Jacumã. As pessoas que fazem passeios de buggy (bem comum nessa região) vão para essa lagoa praticar o 'aerobunda' e o 'tobogã'. E eu, claro, não perdi a oportunidade!!


Conhecemos também a região das praias de Pipa. Esse passeio fizemos com um agente de viagem. Pagamos R$ 55,00 por pessoa e conhecemos lugares lindos. É um passeio que indico bastante.

A primeira parada é em Tibau do Sul. A região é famosa pelos golfinhos (vi alguns). O azul dessas praias é o azul mais lindo que já vi.


Descemos a praia e tem a opção de um passeio de lancha para ver os golfinhos e também manguezal. É um passeio lindo pela beleza do lugar.

A próxima parada é a Praia do Madeiro, o azul do mar é espetacular!


Em seguida vamos a famosa cidade de Pipa. A cidade e as praias são lindas, porém o preço de tudo chega a ser absurdo. Por exemplo, um picolé de fruta é R$ 5,50. Então, é bom ir financeiramente preparado.


Da praia de Pipa seguimos para o Chapadão. São falésias belíssimas, belíssimas! Segundo o guia, foi abertura do Fantástico.


No outro dia, também usamos os serviços de uma agência e seguimos para Maracajaú (80 km de Natal). Nesse lugar tive uma das melhores experiências da minha vida: pratiquei mergulho!

O fundo do mar é algo fascinante, é deslumbrante! É um passeio impagável que recomendo para todos! Ainda mais porque tive a sorte de ver um cardume de peixe pretos. Um momento que dificilmente esquecerei.


Uma dica importante para esse passeio é observar a maré. Abaixo de 5 é ideal. No dia que eu fui, por exemplo, a maré estava alta e o mar bem agitado. Até eu me acostumar e aprender a respirar embaixo d'água tomei muita água.
Mas recomendo demais, demais mesmo!

Além de Maracajaú, se eu não me engano há opção de mergulho também em Pirangi do Sul.

Apesar de fazer tantos passeios, deixei de passar no maior Cajueiro do Mundo (Pirangi do Norte) e também de fazer andar de buggy em Genipabu. Mas, acredito que farei outras viagens para Natal.

E você, já esteve em Natal?

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Ausência


Desde que meus avós mudaram de Goiânia para o interior (há uns 11 anos atrás) é impossível imaginar as férias de julho sem ir para Águas de São João.

Águas de São João é um vilarejo localizado no interior de Goiás e nem emancipado não é.
Recebe esse nome por ter uma água medicinal (com gosto de enxofre) e por ter uma argila excelente para a pele. 

É um típico lugar que tem uma praça, uma igreja e os bares em volta. A avenida principal é uma rodovia. O único posto de saúde não funciona todos os dias e ainda não pega celular. Mas eu garanto: é um dos melhores lugares!

Então, para garantir a tradição hoje estarei embarcando rumo à 'São João'. E segunda estarei de volta com as energias totalmente renovadas! :)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Chocolate

Acredito não ser necessário pesquisar no Google para confirmar que esta é a época do ano que mais se consome chocolate.

Hoje fui ao shopping fazer umas comprinhas de ovos e fiquei impressionada com a fila que tinha na Cacau Show, isso sem contar que há três semanas estou indo em várias lojas comprar o ovo de páscoa Dreams de maracujá e sempre está em falta (ainda bem que já ganhei o meu Dreams de Napolitano!! *-*)

De qualquer forma, chocolate é muito bom, ainda mais nessa época com tantas novidades deliciosas que surgem a cada Páscoa! =P
Na minha viagem para o Sul, tive a oportunidade saborosa de conhecer lojas e mais lojas de chocolate. Gramado é o maior produtor de chocolate artesal do Brasil, só por isso dá para imaginar a tentação que são essas lojas.

E uma das lojas que mais me chamou a atenção foi a Caracol - O Reino do Chocolate, Espaço Temático e Loja.

O Espaço Temático começa com o maior coelho de chocolate do mundo:

Algumas considerações importantes sobre o humilde coelhinho:
1- O consumo per capto de chocolate no Brasil é de 2,05 kg/ano. Baseado nisso, seriam necessários 800 anos para consumí-lo.

2- Mas, se você fosse um chocólatra e consumisse em média 100g por dia, neste caso seriam precisos 16.400 dias para consumí-lo, ou seja, 44 anos e 93 dias.

3- Transformando o seu peso (1.640 kg) em calorias chegamos a 8.856.000 cal, considerando um consumo médio diário de 1.800 calorias precisaríamos de 4.920 dias para consumí-lo.

4- O valor estimado, baseado no preço da linha nobre, não considerando o valor da arte (incalculável) chegaram a US$30.000,00.

5- O trabalho foi realizado em 23 dias e contou com 03 pessoas para a sua construção.


É muito chocolate para uma pessoa só!

Após o coelho de chocolate, no Espaço Temático, há uma galeria de imagens e frases relacionadas ao chocolate:

Tentativa de uma foto geral.


"Chocolate é a maneira que a natureza encontrou de compensar as segundas-feiras."

"Força é a capacidade de partir uma barra de chocolate em duas e comer apenas uma."


"Para remover manchas de chocolate lamba-as."


"Chocolate é mais barato que terapia. E você nem precisa agendar uma consulta."

Durante o passeio, você ainda conhecerá uma Fábrica de Chocolate, passará pela Máquina do Tempo e verá a Pirâmide Asteca e a Caravela de Cortez, além de uma Galeria de Arte com peças esculpidas no próprio chocolate, uma Lavoura de Cacau Cenográfica  e a visita encerrará na Loja de Chocolates que acredito não ser necessário comentar nada sobre o assunto!


Obs.: Desconsiderar a qualidade das fotos, eu ainda 
farei um curso de fotografia e terei, pelo menos,
uma máquina semiprofissional! :)
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